Estou postando um vídeo feito em 1928 por ocasião da posse do presidente da província Affonso Camargo.
O legal é que além do próprio Affonso Camargo existem muitos outros políticos da época que hoje são ruas.
O vídeo vale a pena para ver as ruas no passado e rostos de ruas atuais.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
A fila na Linha Turismo.
Nesse final de semana os pontos de embarque da Linha Turismo registraram filas enormes.
Segundo uma reportagem da Gazeta do Povo, só na Praça Tiradentes, mais de duzentas pessoas esperavam a chegada dos ônibus. A prefeitura disponibilizou uma quantidade extra de carros, porém como não eram os "double decks" os passageiros se recusavam a embarcar.
Não me recordo desse tipo de problema ter ocorrido em qualquer outro momento, mas fica evidente que agora que a cidade está despontando como opção turística precisamos tomar mais cuidado com o serviço que oferecemos, afinal quem vem a Curitiba não está buscando sol, praia e agitação, mas sim organização, estrutura e serviços, pois é essa a imagem que vendemos, e para mantermos temos que corrigir problemas como esse.
Segundo uma reportagem da Gazeta do Povo, só na Praça Tiradentes, mais de duzentas pessoas esperavam a chegada dos ônibus. A prefeitura disponibilizou uma quantidade extra de carros, porém como não eram os "double decks" os passageiros se recusavam a embarcar.
Não me recordo desse tipo de problema ter ocorrido em qualquer outro momento, mas fica evidente que agora que a cidade está despontando como opção turística precisamos tomar mais cuidado com o serviço que oferecemos, afinal quem vem a Curitiba não está buscando sol, praia e agitação, mas sim organização, estrutura e serviços, pois é essa a imagem que vendemos, e para mantermos temos que corrigir problemas como esse.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Harry Potter e o Bonde.

Poucos dias atrás escrevi sobre a volta da circulação de bondes em Curitiba. No texto falei que achava que os bondes estavam ligados a personalidade de Curitiba e realmente acho isso.
Hoje vi uma notícia que me deixou realmente puto. Adesivaram o bondinho da XV como uma ação de divulgação do filme Harry Potter.
Na verdade não estou inconformado pelo que foi feito com o bondinho, mas sim pq não fui eu quem fiz.
A adesivagem foi obra da Espaço/Z e certamente entrará para a história da publicidade curitibana. Curitiba é muito rigorosa com a publicidade ao ar livre e outra ação como essa dificilmente será repetida. E ainda no embalo a cidade sai ganhando, pois após o término da ação o bonde será restaurado.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Geladeira. O lugar mais quente da cidade.
Curitiba está tendo um inverno típico, ou atípico dependendo da idade do sujeito.
Estamos desde maio embaixo de agasalhos, sem calor, veranícos ou qualquer outro sinal de um país tropical. Estamos num inverno como a alguns anos não tínhamos e isso é muito bom.
Quem não gostar pode entrar na geladeira e esperar o frio passar, lá por setembro.
Estamos desde maio embaixo de agasalhos, sem calor, veranícos ou qualquer outro sinal de um país tropical. Estamos num inverno como a alguns anos não tínhamos e isso é muito bom.
Quem não gostar pode entrar na geladeira e esperar o frio passar, lá por setembro.
A nova Riachulo.
Domingo a Riachuelo teve um momento diferente. Dominada por drogados, uma rua que é ícone da prodridão urbana em Curitiba teve um domingo de gala com o projeto Nova Riachuelo.
A rua já foi uma das principais de Curitiba, mas acabou virando passagem do Expresso, matando o comércio de degradando a região. Agora a prefeitura pretende investir na capacitação dos lojistas e revitalização da rua, iluminação e outras coisitas mais para devolver a Curitiba a Riachuelo que todos merecemos.
Imagino a rua com bonde, iluminação e barzinhos num verão próximo, após algum evento no Paço. Vai ser pra lá de legal.
A rua já foi uma das principais de Curitiba, mas acabou virando passagem do Expresso, matando o comércio de degradando a região. Agora a prefeitura pretende investir na capacitação dos lojistas e revitalização da rua, iluminação e outras coisitas mais para devolver a Curitiba a Riachuelo que todos merecemos.
Imagino a rua com bonde, iluminação e barzinhos num verão próximo, após algum evento no Paço. Vai ser pra lá de legal.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
A torre, a Oi e o tomate.

Curitiba é uma cidade muito bonita durante a noite. Vários prédios, monumentos e praças recebem iluminação cenográfica para ficarem ainda mais bonitos e assim embelezar a cidade. Isso acontece em várias regiões da cidade, Largo da Ordem, Tiradentes, Centro Cívico, Mercês, Botânico e assim vai.
Infelizmente nos últimos dias percebi que um postal da cidade está apagado. A poucos dias escrevi que Oi havia assumido o controle da Torre da Telepar e estava fazendo algumas mudanças como a aplicação de adevisos com sua logomarca, mas o que não sabia é que as mudanças passariam pela infeliz descaracterização da cidade.
O curioso é que os únicos pontos de luz que iluminam a torre durante a noite são exatamente os holofotes sobre a logomarca. Não dá para deixar de falar que é uma atitude de extrema arrogância e avareza.
Avareza, pois para economizar um valor insignificante para uma empresa do porte da Oi simplesmente descaracterizam a cidade e arrogância, afinal os forastasteiros mau chegaram e já se dão o direito de acabar com uma tradição de quase vinte anos.
Não dá para deixar de criticar essa enorme pisada no tomate da Oi com o Paraná.
imagem: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=346726
terça-feira, 7 de julho de 2009
Inscrições para Festival de Inverno de Antonina até terça, 7
Eita que hoje o blog tá parecendo jornaleco que vive a base de release, mas é que achei três notícias interessantes e estou postando direto.
Os interessados em participar das oficinas do 19º Festival de Inverno da UFPR devem inscrever-se até esta terça-feira, 7. O festival será em Antonina, de 12 a 18 de julho.
Serão 35 oficinas abertas à comunidade em geral e não há necessidade de ser ligado à UFPR para participar.
Veja como fazer a inscrição:
• Na Coordenadoria de Cultura da UFPR (Prédio Histórico na Praça Santos Andrade em Curitiba, 3º andar) — das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30;
• No Theatro Municipal de Antonina (Rua Carlos Gomes da Costa, s/n.º) — das 9h às 15h;
• Ou pela internet, no site do Festival — www.proec.ufpr.br/festival2009.
Uma opção barata para participar das oficinas é se hospedar nos alojamentos do festival. A taxa de hospedagem para participantes das oficinas adultas em alojamentos do festival é de R$30, e as vagas são limitadas.
Conheça as oficinas
Entre as oficinas para o público a partir de 15 anos, o Festival oferece aulas de Gravura Japonesa (UKYO-E) — conhecida também como xilogravura a base d’água, o ukyo-e é uma arte japonesa introduzida no ocidente através dos artistas impressionistas
A oficina “Mãos nas obras II” tem como objetivo a montagem de uma exposição dos trabalhos realizados nas oficinas, propiciando aos participantes a experiência completa de um Conselho Curatorial.
O festival oferece também neste ano a oficina de Produção Musical e Discotecagem de Hip Hop, que pretende ensinar aos participantes a fazer suas próprias produções, discotecando e conhecendo os termos técnicos e especificidades que ajudarão a se relacionar melhor com o mundo da música e da produção sonora.
A vivência de jornalismo diário, reproduzindo as rotinas de uma redação e acompanhamento do processo de planejamento e fechamento de um jornal que circulará pelo público Festival (pelo menos 40 mil pessoas) é o objetivo da oficina Caranguejo — Jornalismo Impresso.
Outra oficina que já é tradição é a de Cerâmica Regional, e faz um resgate cultural da cerâmica no Paraná. O forno utilizado para a queima das peças está em Antonina desde a primeira edição do Festival, em 1991.
O custo das oficinas para aqueles que têm acima de 15 anos é de R$40. As inscrições para oficinas infantis são realizadas somente em Antonina no dia 11 de julho e são totalmente gratuitas. A lista completa das oficinas está no site www.proec.ufpr.br/festival2009.
19º Festival de Inverno da UFPR
De 12 a 18 de julho, em Antonina.
Todas as apresentações são gratuitas.
A programação completa, inscrição e informações sobre oficinas, espetáculos, alojamento, hotelaria e alimentação está disponível no site www.proec.ufpr.br/festival2009 .
Fonte: Fábio Marcolino/Proec
Os interessados em participar das oficinas do 19º Festival de Inverno da UFPR devem inscrever-se até esta terça-feira, 7. O festival será em Antonina, de 12 a 18 de julho.
Serão 35 oficinas abertas à comunidade em geral e não há necessidade de ser ligado à UFPR para participar.
Veja como fazer a inscrição:
• Na Coordenadoria de Cultura da UFPR (Prédio Histórico na Praça Santos Andrade em Curitiba, 3º andar) — das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30;
• No Theatro Municipal de Antonina (Rua Carlos Gomes da Costa, s/n.º) — das 9h às 15h;
• Ou pela internet, no site do Festival — www.proec.ufpr.br/festival2009.
Uma opção barata para participar das oficinas é se hospedar nos alojamentos do festival. A taxa de hospedagem para participantes das oficinas adultas em alojamentos do festival é de R$30, e as vagas são limitadas.
Conheça as oficinas
Entre as oficinas para o público a partir de 15 anos, o Festival oferece aulas de Gravura Japonesa (UKYO-E) — conhecida também como xilogravura a base d’água, o ukyo-e é uma arte japonesa introduzida no ocidente através dos artistas impressionistas
A oficina “Mãos nas obras II” tem como objetivo a montagem de uma exposição dos trabalhos realizados nas oficinas, propiciando aos participantes a experiência completa de um Conselho Curatorial.
O festival oferece também neste ano a oficina de Produção Musical e Discotecagem de Hip Hop, que pretende ensinar aos participantes a fazer suas próprias produções, discotecando e conhecendo os termos técnicos e especificidades que ajudarão a se relacionar melhor com o mundo da música e da produção sonora.
A vivência de jornalismo diário, reproduzindo as rotinas de uma redação e acompanhamento do processo de planejamento e fechamento de um jornal que circulará pelo público Festival (pelo menos 40 mil pessoas) é o objetivo da oficina Caranguejo — Jornalismo Impresso.
Outra oficina que já é tradição é a de Cerâmica Regional, e faz um resgate cultural da cerâmica no Paraná. O forno utilizado para a queima das peças está em Antonina desde a primeira edição do Festival, em 1991.
O custo das oficinas para aqueles que têm acima de 15 anos é de R$40. As inscrições para oficinas infantis são realizadas somente em Antonina no dia 11 de julho e são totalmente gratuitas. A lista completa das oficinas está no site www.proec.ufpr.br/festival2009.
19º Festival de Inverno da UFPR
De 12 a 18 de julho, em Antonina.
Todas as apresentações são gratuitas.
A programação completa, inscrição e informações sobre oficinas, espetáculos, alojamento, hotelaria e alimentação está disponível no site www.proec.ufpr.br/festival2009 .
Fonte: Fábio Marcolino/Proec
Prédio histórico da UFPR pode se transformar em centro cultural
O prédio que já é símbolo de Curitiba pode se transformar no mais novo centro cultural da cidade. Perto de completar os 100 anos – em 2012 – a Universidade Federal do Paraná pode ficar ainda mais acessível à população.
O projeto da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPR prevê a criação de um cine-auditório, restauração do prédio histórico e do teatro da Reitoria, além da oferta de diversas atividades envolvendo os grupos de dança, MPB, orquestra filarmônica, coral e teatro da Federal. A idéia é reforçar a vocação cultural que existe desde a praça Santos Andrade até o teatro da Reitoria. Teatro Guaíra, Capela Santa Maria Espaço Cultural, Teatro da Caixa e Teatro da Reitoria teriam um contrapeso de força na Santos Andrade, com a criação do centro cultural da Federal. A ligação de um extremo a outro da UFPR foi a inspiração para o nome que o projeto ganhou – corredor de universalização da cultura.
Segundo o coordenador de cultura da Proec, Guilherme Romanelli, a idéia surgiu assim que o prédio foi escolhido como ícone da cidade de Curitiba.
Uma das atividades previstas pelo projeto seria um presente diário para quem passa pela praça Santos Andrade.
Os vizinhos do prédio histórico deverão ser os mais interessados no projeto, como revelou uma pesquisa encomendada pela universidade em 2007.
Para o professor, o projeto deverá dar mais visibilidade ao que já é feito pela UFPR, além de dar mais força a novos projetos.
Com a criação do centro cultural, capítulos guardados da Federal ficariam mais expostos e vivos na lembrança dos curitibanos, com a criação de espaços apropriados.
A documentação audiovisual da própria universidade e também a produção contemporânea ganhariam um espaço próprio no projeto, que prevê a construção de um cineteatro.
O corredor de universalização da cultura foi orçado em 35 milhões de reais e já despertou interesse de entidades públicas e privadas.
A previsão é de que o corredor seja uma realidade até 2012, quando a federal completa 100 anos.
Denise Morini - 07/07/2009 em http://www.cbncuritiba.com.br/index.php?pag=noticia&id_noticia=24071&id_menu=180
O projeto da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPR prevê a criação de um cine-auditório, restauração do prédio histórico e do teatro da Reitoria, além da oferta de diversas atividades envolvendo os grupos de dança, MPB, orquestra filarmônica, coral e teatro da Federal. A idéia é reforçar a vocação cultural que existe desde a praça Santos Andrade até o teatro da Reitoria. Teatro Guaíra, Capela Santa Maria Espaço Cultural, Teatro da Caixa e Teatro da Reitoria teriam um contrapeso de força na Santos Andrade, com a criação do centro cultural da Federal. A ligação de um extremo a outro da UFPR foi a inspiração para o nome que o projeto ganhou – corredor de universalização da cultura.
Segundo o coordenador de cultura da Proec, Guilherme Romanelli, a idéia surgiu assim que o prédio foi escolhido como ícone da cidade de Curitiba.
Uma das atividades previstas pelo projeto seria um presente diário para quem passa pela praça Santos Andrade.
Os vizinhos do prédio histórico deverão ser os mais interessados no projeto, como revelou uma pesquisa encomendada pela universidade em 2007.
Para o professor, o projeto deverá dar mais visibilidade ao que já é feito pela UFPR, além de dar mais força a novos projetos.
Com a criação do centro cultural, capítulos guardados da Federal ficariam mais expostos e vivos na lembrança dos curitibanos, com a criação de espaços apropriados.
A documentação audiovisual da própria universidade e também a produção contemporânea ganhariam um espaço próprio no projeto, que prevê a construção de um cineteatro.
O corredor de universalização da cultura foi orçado em 35 milhões de reais e já despertou interesse de entidades públicas e privadas.
A previsão é de que o corredor seja uma realidade até 2012, quando a federal completa 100 anos.
Denise Morini - 07/07/2009 em http://www.cbncuritiba.com.br/index.php?pag=noticia&id_noticia=24071&id_menu=180
Diamante das cinzas
Curitibano adora superlativos. Somos a maior isso, a melhor aquilo, a primeira do Brasil, a primeira do mundo. Nessa loucura por afirmação e megalomania não nos preocupamos muito se os títulos são bons ou ruins.
Hoje lendo algumas notícias achei um release que me chamou atenção e vou postar aqui. Na verdade é mais um "título" para Curitiba. Ele não é bom nem ruim, mas é um tanto peculiar.
Curitiba recebe nesta quinta-feira (09.07) o primeiro diamante de cinzas humanas do país. A joia será entregue pela Funerária Vaticano
Depois de ver dos ossos o Velho virar cinzas, dona Leroy foi colocada diante de uma proposta inusitada: que tal transformá-lo de restos mortais em diamante? Ao ouvir a ideia, assim de sopetão, a viúva não titubeou. As cinzas do marido, Jorge Gaspar da Silva – militar da reserva falecido em 1994, aos 61 anos por complicações cardíacas – partiram rumo à Suíça para ressurgir como pedra preciosa. Tanto a cerimônia de cremação – realizada em dezembro do ano passado – quanto o pedido de confecção do diamante foram realizados pela Funerária e Crematório Vaticano, de Curitiba, que oferece o serviço exclusivo desde Finados de 2008. Segundo a empresa, este será o primeiro diamante de cinzas humanas do Brasil e será entregue à família na próxima quinta-feira, 9 de julho, às 14h, na Capela Vaticano – rua Hugo Simas, 26, bairro São Francisco, em Curitiba. Dos cerca de dois quilogramas de cinzas extraídos dos ossos do ex-militar na cremação, meio quilograma foi utilizado na produção da joia. O restante ficou nas mãos de dona Leroy. A empresa suíça Algordanza, responsável pela confecção do diamante, entregará à viúva uma preciosidade de 0,25 quilates, o correspondente a uma pedra do tamanho de uma ervilha. Todo o processo de transformação da matéria-prima é acompanhado pela Vaticano – representante da Algordanza na América do Sul – que recebe semanalmente relatórios que comprovam o uso exclusivo das cinzas para a elaboração do diamante. Sem contar na certificação ISO 9001, que atesta as práticas da empresa.
No laboratório suíço, a cinza é submetida a sessões de alta pressão e temperaturas de até 1.500 ºC, ao longo de dois a três meses. O valor da fabricação das pedras preciosas varia de R$ 12.677 (0,25 quilates) a R$ 52.330 (1 quilate). Mas para a pensionista Leroy Gaspar da Silva, acima do dinheiro, o que mais vale é não esquecer de quem se foi. “No começo, quando o corpo está enterrado, todos visitam. Depois o lugar vai ficando abandonado. Queria fazer alguma coisa para que o velho ficasse perto da gente. Aí mandei cremar o corpo e fazer o diamante”, explica. O próximo passo será presentear a filha Ligia com a joia. “Não preciso do diamante para lembrar do velho, porque ele está sempre perto de mim”, conta a viúva, com alegria e voz firme.
ENFOQUE Comunicação & Eventos
Hoje lendo algumas notícias achei um release que me chamou atenção e vou postar aqui. Na verdade é mais um "título" para Curitiba. Ele não é bom nem ruim, mas é um tanto peculiar.
Curitiba recebe nesta quinta-feira (09.07) o primeiro diamante de cinzas humanas do país. A joia será entregue pela Funerária Vaticano
Depois de ver dos ossos o Velho virar cinzas, dona Leroy foi colocada diante de uma proposta inusitada: que tal transformá-lo de restos mortais em diamante? Ao ouvir a ideia, assim de sopetão, a viúva não titubeou. As cinzas do marido, Jorge Gaspar da Silva – militar da reserva falecido em 1994, aos 61 anos por complicações cardíacas – partiram rumo à Suíça para ressurgir como pedra preciosa. Tanto a cerimônia de cremação – realizada em dezembro do ano passado – quanto o pedido de confecção do diamante foram realizados pela Funerária e Crematório Vaticano, de Curitiba, que oferece o serviço exclusivo desde Finados de 2008. Segundo a empresa, este será o primeiro diamante de cinzas humanas do Brasil e será entregue à família na próxima quinta-feira, 9 de julho, às 14h, na Capela Vaticano – rua Hugo Simas, 26, bairro São Francisco, em Curitiba. Dos cerca de dois quilogramas de cinzas extraídos dos ossos do ex-militar na cremação, meio quilograma foi utilizado na produção da joia. O restante ficou nas mãos de dona Leroy. A empresa suíça Algordanza, responsável pela confecção do diamante, entregará à viúva uma preciosidade de 0,25 quilates, o correspondente a uma pedra do tamanho de uma ervilha. Todo o processo de transformação da matéria-prima é acompanhado pela Vaticano – representante da Algordanza na América do Sul – que recebe semanalmente relatórios que comprovam o uso exclusivo das cinzas para a elaboração do diamante. Sem contar na certificação ISO 9001, que atesta as práticas da empresa.
No laboratório suíço, a cinza é submetida a sessões de alta pressão e temperaturas de até 1.500 ºC, ao longo de dois a três meses. O valor da fabricação das pedras preciosas varia de R$ 12.677 (0,25 quilates) a R$ 52.330 (1 quilate). Mas para a pensionista Leroy Gaspar da Silva, acima do dinheiro, o que mais vale é não esquecer de quem se foi. “No começo, quando o corpo está enterrado, todos visitam. Depois o lugar vai ficando abandonado. Queria fazer alguma coisa para que o velho ficasse perto da gente. Aí mandei cremar o corpo e fazer o diamante”, explica. O próximo passo será presentear a filha Ligia com a joia. “Não preciso do diamante para lembrar do velho, porque ele está sempre perto de mim”, conta a viúva, com alegria e voz firme.
ENFOQUE Comunicação & Eventos
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Bonde em Curitiba
A prefeitura anunciou na semana passada o interesse em reativar as serviço de bondes em Curitiba com uma linha que ligaria a Câmara de Vereadores ao Passeio Público. A linha seria um novo diferencial turístico para a Cidade.
Os bondes começaram a funcionar em Curitiba em 1887 e até 1912 foram puxados por mulas. Em 1952 o meio de transporte foi totalmente suspenso e substituído por ônibus.
O interessante é que o bonde sempre esteve ligado a personalidade curitibana. Sua instalação foi uma revolução na cidade. O bonde do Calcadão foi por muito tempo um dos principais cartões postais da cidade e agora, com seu possível retorno, seria uma importante forma de revitalizar a área mais degradada do centro.
Itinerário.
O trajeto começa na Praça Eufrásio Correia com a Barão do Rio Branco e segue até o Paço da Liberdade, continua pela Riachuelo até a Praça 19 de Dezembro, atravessa a calçada até o Passeio Público, segue até a Rua XV pela Conselheiro Laurindo(rua da mão inglesa), sobe pela XV até a Barão novamente e dai para a Eufrásio Correia.
Os bondes começaram a funcionar em Curitiba em 1887 e até 1912 foram puxados por mulas. Em 1952 o meio de transporte foi totalmente suspenso e substituído por ônibus.
O interessante é que o bonde sempre esteve ligado a personalidade curitibana. Sua instalação foi uma revolução na cidade. O bonde do Calcadão foi por muito tempo um dos principais cartões postais da cidade e agora, com seu possível retorno, seria uma importante forma de revitalizar a área mais degradada do centro.
Itinerário.
O trajeto começa na Praça Eufrásio Correia com a Barão do Rio Branco e segue até o Paço da Liberdade, continua pela Riachuelo até a Praça 19 de Dezembro, atravessa a calçada até o Passeio Público, segue até a Rua XV pela Conselheiro Laurindo(rua da mão inglesa), sobe pela XV até a Barão novamente e dai para a Eufrásio Correia.
Assinar:
Postagens (Atom)